Fazenda e Planejamento elevam contenção de despesas discricionárias para R$ 12,1 bi

Os ministérios do Planejamento e da Fazenda anunciaram nesta segunda-feira, 22, a contenção total de R$ 12,1 bilhões em despesas discricionárias no Orçamento de 2025. A informação consta do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do quarto trimestre. É um aumento de cerca de R$ 1,4 bilhão no volume de recursos congelados frente ao relatório anterior, quando os gastos congelados somavam R$ 10,748 bilhões.

A contenção total de despesas foi maior do que a mediana da pesquisa Projeções Broadcast, que apontava para a manutenção do congelamento de R$ 10,70 bilhões nesta edição do relatório. As estimativas do mercado iam de R$ 10,70 bilhões a R$ 15,0 bilhões.

O total de gastos bloqueados para cumprir o limite de crescimento das despesas do arcabouço fiscal passou de R$ 10,748 bilhões no relatório anterior para R$ 12,10 bilhões nesta edição, representando a totalidade dos recursos congelados. O volume contingenciado para cumprir a meta fiscal deste ano permaneceu em zero, já que o déficit estimado é menor que o limite inferior da meta.

LISTA GRATUITA

10 small caps para investir em dezembro

A lista de ações de setores promissores da Bolsa

O governo revisou a sua estimativa de déficit primário de 2025, de R$ 26,296 bilhões para R$ 30,2 bilhões, considerando as despesas que não são apuradas para fins do cálculo do alvo fiscal. A meta deste ano é de um déficit de 0% do Produto Interno Bruto (PIB), com tolerância de 0,25 ponto porcentual para mais ou para menos. Em valores nominais, o piso seria um déficit de R$ 31,0 bilhões.

A projeção da equipe econômica para as receitas primárias totais da União permaneceu em R$ 2,924 trilhões. Já a estimativa para a receita líquida livre de transferências para os governos regionais passou de R$ 2,346 trilhões para R$ 2,344 trilhões.

A previsão de gasto primário total em 2025 passou de R$ 2,420 trilhões para R$ 2,417 trilhões. Com as revisões, o volume de gastos obrigatórios passou de R$ 2,210 trilhões para R$ 2,207 trilhões, enquanto as despesas discricionárias variaram de R$ 210,464 bilhões para R$ 210,0 bilhões.

Continua depois da publicidade

O governo fixa primeiro o valor que deverá ser congelado nos relatórios bimestrais e, depois, esse montante é repartido entre as áreas. O detalhamento do impacto por pasta deve ocorrer posteriormente, como de praxe, quando um decreto com o congelamento por área é publicado no Diário Oficial.

Fonte: Info Money

Obrigado por acompanhar nossas publicações. Nosso compromisso é trazer informação com seriedade, clareza e responsabilidade, mantendo você sempre bem informado sobre os principais acontecimentos que impactam nossa cidade, região e o Brasil. Continue nos acompanhando e participe deixando sua opinião — sua voz é essencial para construirmos juntos um jornalismo mais próximo do leitor.

Ismael Martins de Souza Costa Xavier

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat. Duis aute irure dolor in reprehenderit in voluptate velit esse cillum dolore eu fugiat nulla pariatur.

The most complete solution for web publishing

Fique sempre com a gente! Nosso jornal traz informação em tempo real, com credibilidade e proximidade. Acompanhe, compartilhe e faça parte dessa história.

Agradecemos a você, leitor, por nos acompanhar e confiar em nosso trabalho. É a sua presença que nos motiva a seguir levando informação com seriedade, clareza e compromisso. Seguiremos juntos, sempre em busca da verdade e da notícia que faz diferença no seu dia a dia.

Jornalista:

Compartilhe esta postagem:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *