ficção científica determina o que é o amor verdadeiro

“Acredito que a existência de um teste para determinar uma alma gêmea teria o mesmo impacto”, continua. “Ele primeiro seria disponibilizado para pessoas com grandes fortunas, para poucos, e com o tempo seria disponível até pelo correio para qualquer interessado.” Apesar da enormidade do conceito, que afetaria de religião a serviços de saúde, e até como casamentos funcionariam, o recorte escolhido é o começo da popularização do processo, sem explorar essas grandes consequências.

Essa relação entre tecnologia e intimidade nas relações humanas foi observada anteriormente por William Bridges em “USS Callister”, episódio que ele escreveu para a antologia “Black Mirror”, e também na série “Soulmates”, criada com Brett Goldstein, que já flertava com o conceito do teste que determinaria a pessoa por quem alguém se apaixonaria com 100% de precisão.

AMAR É… O PARADOXO DA DOR!

“Vivemos num mundo equilibrado nos dois polos, com a tecnologia afetando tudo o que fazemos, inclusive nossos relacionamentos”, explica Bridges. “Abordar essa convergência sempre me pareceu um caminho natural.” O diretor ressalta que os dois aspectos do amor – sendo ele uma escolha ou uma obra do destino – são observador em “Por Inteiro”. “São as perguntas acerca do tema que me levaram junto a Brett ao projeto”, reflete. “Não existe uma regra única para o amor.”

“Não acredito que poderia dar algum conselho para Laura”, imagina Imogen. “Talvez dissesse que ela está certa em viver um dia de cada vez, um ano de cada vez, até que um dia ela estará morta e não teria mais de se preocupar.” A relação da personagem com Simon é impelida pelo desejo, que a atriz acredita se impor sempre que existe uma barreira que, quando derrubada, resulta sempre em dor.

“Eu assisti recentemente a ‘Juntos’ (filme com Alison Brie e Dave Franco) e vi essa questão ilustrada como duas pessoas vivendo apenas como metade de um todo”, filosofa. “A dor então faz sentido porque o amor é um paradoxo, o que é terrível porque passamos a vida toda em busca dele para descobrir que tudo pode ser uma grande farsa!” Brett Goldstein arremata, em tom jocoso: “Ter sentimentos é meio que horrível!”.

Fonte: UOL

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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