Grécia x Escócia: Será que a sorte servirá para o maior teste do sonho da Copa do Mundo?

É uma campanha que voa, começando com um sorteio extremamente credível e em grande parte inesperado em Copenhaga, em Setembro. A resiliência da Escócia ficou evidente naquela noite.

Angus Gunn não jogava pelo clube desde maio. Lewis Ferguson foi suplente não utilizado nos dois jogos anteriores do Bologna. Adams entrou e saiu em Torino. Dykes foi titular em um jogo em seis pelo Birmingham City. Aaron Hickey jogou 77 minutos em quase dois anos antes de enfrentar a Dinamarca.

Os torcedores escoceses quase hiperventilaram quando Grant Hanley foi nomeado para o time, mas o zagueiro do Hibernian foi excelente contra a Dinamarca, emblemático de um desempenho disciplinado, obstinado e ocasionalmente ameaçador.

Um ponto fora de casa – e um placar limpo – foi um excelente começo para um grupo no qual poucos viam a Escócia sobreviver.

Eles apoiaram isso com uma vitória profissional sobre a Bielorrússia em um jogo a portas fechadas em Zalaegerszeg, na Hungria. Dois gols e mais uma partida sem sofrer golos.

Quatro pontos em seis em um grupo de seis jogos. Saia dos blocos rapidamente em uma seção que equivale a um sprint.

Então tudo ficou um pouco alucinante em outubro. Contra a Grécia, em casa, a Escócia não fez nenhum remate à baliza durante uma hora. A Grécia liderou e merecia liderar mais.

Vangelis Pavlidis, seu atacante, perdeu um assistente logo no início e depois errou repetidas vezes. A Grécia não corria perigo e, eis que estava a perder por 3-1. “Éramos como um boxeador atordoado”, disse Dimitris Giannoulis, o reserva grego.

Dê crédito à Escócia pela luta que demonstrou ao recuperar de uma situação difícil, mas mesmo na vitória houve bandeiras vermelhas por todo o lado e ainda mais quando tropeçou na linha de chegada contra a Bielorrússia alguns dias depois.

A sorte estava do lado deles novamente. A Bielorrússia, que já tinha perdido por 5-1 para a Grécia e por 6-0 para a Dinamarca, fez 22 remates à baliza contra 12 da Escócia. McKenna disse mais tarde que a Bielorrússia “provavelmente parecia mais perigosa do que nós”, o que era em geral verdade.

Fora do personagem, Clarke enlouqueceu no intervalo – e foi a última vez que vimos seu time. Vaiados e criticando seu próprio desempenho.

E ainda assim, numa noite feia, aquela mesa parecia bonita. Era difícil saber o que pensar. E ainda é.

Não haverá Gunn nem Billy Gilmour no sábado à noite. Já se passou um tempo desconfortavelmente longo desde que a Escócia viu o melhor de McGinn e McTominay, seus totens gêmeos, e Ryan Christie não foi titular em nenhum dos últimos cinco jogos do Bournemouth.

Gannon-Doak jogou 53 minutos em clubes de futebol desde o final de setembro – e ele deve ser a estrela destemida da Escócia. É difícil ser destemido quando você é um jogador secundário no seu clube.

Para aumentar a mistura inebriante de incerteza, a Grécia está fora de disputa e o seu seleccionador, Ivan Jovanovic, está sob pressão.

Mas é na Escócia que eles estão jogando, a Escócia que lhes deu um soco em Glasgow e destruiu suas esperanças na Copa do Mundo. Se eles têm um pouco de vingança em mente, quem os culparia?

No início do Outono, todos os adeptos escoceses teriam mordido a tua mão se lhes tivesses oferecido este cenário.

Você pode dizer, porém, que a parte fácil foi feita e bem feita, com boa sorte a bordo. Agora vem a parte mais difícil – o maior teste à sua coragem para dar mais um passo em direção ao maior sonho de todos.

Fonte: BBC – Esporte Internacional

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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