Um segundo sinal de mudança poderá ser a saída de Jackson, que serviu como chefe da Agência de Protecção Ambiental dos EUA na administração Obama. Ela tem sido fundamental para orientar a Apple em direção à meta frequentemente declarada de ser completamente neutra em carbono até 2030. O CEO da Apple, Tim Cook, elogiou-a por “defender os melhores interesses de nossos usuários em uma infinidade de tópicos, bem como promover nossos valores, desde educação e acessibilidade até privacidade e segurança”.
O que é incomum aqui é que não parece haver um caminho de sucessão claro para esta função, o que parece estranho dada a profundidade do talento que a Apple já possui nos departamentos de Jackson. A Apple diz que a equipe de Iniciativas Ambientais e Sociais de Jackson se reportará ao Diretor de Operações (COO) da Apple, Sabih Khan, enquanto o trabalho em assuntos governamentais será transferido para a ex-conselheira geral da Apple, Kate Adams, por um tempo até que se torne parte do novo domínio de Adams.
Quem irá defender agora?
É importante não dar muita importância a isto, mas estas mudanças de liderança tornam mais fácil pensar que poderá não haver ninguém na mesa principal da Apple para defender alguns dos assuntos ambientais, sociais e governamentais em que a empresa tem demonstrado regularmente liderança ao longo da última década.
Fonte: Computer World




