O que mudou no comunicado do Copom que manteve a Selic a 15%? Veja a comparação – Money Times

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Copom confirmou a expectativa do mercado e manteve a Selic para 15%. Veja o que mudou no comunicado que acompanhou a decisão (Imagem: Divulgação/Banco Central)

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selic em 15,00% ao ano, no maior nível da taxa básica de juros desde meados de 2006, nesta quarta-feira (10).

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Essa foi a quarta manutenção consecutiva e em linha com o esperado pelo mercado. A decisão do colegiado foi unânime.

No comunicado, os diretores afirmaram que o cenário internacional se mantém incerto, com destaque para a política econômica dos Estados Unidos. Mas, dessa vez, o colegiado retirou a visão de que o cenário exige “particular” cautela para apenas “cautela”.

No cenário doméstico, o Copom destacou que o conjunto de indicadores segue apresentando, conforme o esperado, trajetória de moderação no crescimento de atividade econômica, acrescentando que isso foi “observado na última divulgação do Produto Interno Bruto (PIB)”, além de um mercado de trabalho resiliente.

Também, desta vez, o colegiado observou que a inflação cheia e as medidas adjacentes “seguiram apresentando algum arrefecimento”, mas seguem acima da meta de inflação.

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O comunicado manteve a postura do Comitê de que a estratégia “em curso” de manutenção do nível da taxa de juros por período bastante prolongado passou a ser adequada – antes vista como  “suficiente” – para assegurar a convergência da inflação à meta. Foi mantida a ênfase de que o Copom seguirá vigilante.

  • ESPECIAL COPOM: Acompanhe a decisão de juros no Brasil

Na decisão desta quarta-feira (10), os diretores também reduziram as expectativas para a inflação. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2025 é de 4,4%, dentro do teto da meta — de 4,6% da projeção anterior — e em 2026, de 3,5%, ante a estimativa anterior de 3,6%.

O Money Times fez a comparação entre o comunicado do Copom desta reunião, com as mudanças assinaladas em relação ao documento da reunião passada.

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Fonte: Money Times

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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