Sabesp (SBSP3), Equatorial (EQTL3) e Copel (CPLE3) são favoritas – Money Times

(Imagem: Pixabay)

As empresas de utilidades, ou utilities, foram destaques da Bolsa brasileira em 2025, com o índice do setor, o UTIL, subindo mais de 60% no acumulado do ano. No entanto, o time de analistas do BTG Pactual vê espaço para mais e recomenda uma exposição elevada, tendo Sabesp (SBSP3), Equatorial (EQTL3) e Copel (CPLE3) como favoritas.

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“Depois de um rali muito forte em 2025, é natural que o setor de utilities esteja negociando com prêmios de risco mais comprimidos do que no ano anterior. Ainda assim, em termos relativos, seguimos vendo o setor como uma das alocações mais interessantes da bolsa brasileira”, diz a equipe do banco, encabeçada por Antonio Junqueira, em relatório publicado nesta quinta-feira (8).

Para o time, apesar de o prêmio de risco ter diminuído, as companhias seguem oferecendo uma combinação de previsibilidade operacional, fundamentos sólidos e boa sensibilidade à queda dos juros. E isso ganha mais valor em um cenário de maior incerteza política, já que o Brasil entrou em ano eleitoral.

“Do ponto de vista top-down, continuamos recomendando manter uma exposição elevada ao setor de utilities. A combinação de fundamentos sólidos, queda dos juros, fluxo global para emergentes e incerteza eleitoral sustenta uma alocação acima da média no setor”, afirma o banco.

Sabesp, Equatorial e Copel são favoritas

Apesar de todo o setor oferecer mais estabilidade, o BTG avalia que suas favoritas — Sabesp, Equatorial e Copel —, classificadas como compounders, conseguem combinar perfil defensivo com geração consistente de retorno.

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No caso da Sabesp, a visão é que a companhia tem espaço para ganhar eficiência. “A companhia avançou de forma relevante em seu processo de redução de riscos após a privatização, combinando disciplina de custos, cumprimento das metas de universalização e uma revisão tarifária positiva. Isso reforça a previsibilidade e a qualidade do fluxo de caixa da companhia”, diz o banco.

Para a Equatorial, a tese é que a companhia vem sendo, há algum tempo, o melhor exemplo de compounder do setor, ao combinar alocação eficiente de capital com geração de valor via aquisições e ganhos operacionais.

“Já Copel vem sendo gradualmente precificada como uma tese de proteção de capital e dividendos, com uma gestão focada em preservar valor ao acionista e adotar uma postura bastante seletiva na alocação de recursos”, explica o relatório.

Para a Sabesp, a recomendação é de compra, com preço-alvo de R$ 160. Para Equatorial e Copel as recomendações também são de compra, com alvos em, respectivamente, R$ 53 e R$ 14,40.

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“Acreditamos ainda que os três principais Compounders contam com oportunidades relevantes de alocação de capital em 2026”, acrescenta o BTG.

A Sabesp, segundo o banco, pode se beneficiar do programa Universaliza SP (que prevê novas privatizações de empresas de saneamento no estado) e de uma eventual disputa pela Copasa (CSMG3). Já a Copel tem potencial de ganhos com o leilão de capacidade de março e a Equatorial segue explorando oportunidades em saneamento e distribuição, com expectativa da retomada de fusões e aquisições no setor.

Mais três ações para monitorar

O BTG, por fim, destaca Eneva (ENEV3), Copasa e Sanepar (SAPR11) como os possíveis destaques de performance do setor em 2026, classificando os papéis como “The Triggers”. Todas têm recomendações de compra.

A lógica é que essas ações podem passar por revisões positivas de valuation ao longo do ano, não por melhora gradual de fundamentos, mas por eventos específicos e bem definidos que funcionam como catalisadores de preço.

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No caso da Eneva, o principal gatilho é o leilão de capacidade, marcado para março, que pode reforçar a tese da companhia como fornecedora de energia firme em um sistema cada vez mais pressionado. O preço-alvo do BTG para a empresa é de R$ 19,80.

Já a Copasa, com preço-alvo de R$ 52, está no centro do debate de privatização em Minas Gerais, com a lei já aprovada. Isso cria uma assimetria considerada positiva pelo banco.

A Sanepar, por fim, tem preço-alvo de R$ 43 e carrega um forte componente político em 2026: qualquer sinalização de melhora de eficiência ou avanço na discussão sobre privatização pode destravar uma reprecificação relevante, dado o desconto atual do papel.

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Fonte: Money Times

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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