EUA vão priorizar deportações e “selar fronteiras para imigrantes ilegais”

O governo de Donald Trump terá como prioridade de defesa os “esforços para selar as fronteiras, repelir formas de invasão e deportar imigrantes ilegais”, segundo a Estratégia de Defesa Nacional, divulgada na sexta (23). O texto divide em quatro as “estratégias de aproximação” do Departamento de Defesa, comandado por Pete Hegseth.

A primeira delas é intitulada de “defendendo a terra americana”, em que o principal foco é “assegurar nossas fronteiras”. “Segurança de fronteiras é segurança nacional”, descreve o documento – apontando que as medidas também terão apoio de outras secretarias e, até mesmo, outros países.

O documento afirma que México e Canadá precisam trabalhar com as agências americanas para “impedir que estrangeiros ilegais cheguem às fronteiras da América”.

Cobra também “todo o Hemisfério Ocidental” – citando abertamente a Groenlândia e o Canal do Panamá, ambos desejos de Trump – de uma ação mais conjunta contra a “imigração ilegal e o narcoterrorismo”.

“O departamento (de Defesa) vai trabalhar com nações ao redor do hemisfério para atingir esses objetivos, as incentivando e as capacitando para que elas se esforcem”, aponta.

A segurança das fronteiras está ligada, ainda de acordo com a medida, com a aplicação do “Corolário Trump à doutrina Monroe”.

O Corolário é parte da política externa da Casa Branca e prega que os EUA protejam seus interesses de segurança e econômicos no Hemisfério, visto como um local de “aplicação” dos desejos de Trump. Para isso, os americanos pregam maior presença militar na região e barrar influências comerciais de outras potências – como a China.

A Estratégia de Defesa Nacional deixa claro que, caso um país vá contra os interesses dos EUA, “estamos prontos para tomarmos ações decisivas e focadas que concretizem as vontades americanas”.

“E a América está pronta para reforçá-lo (o Corolário Trump) com velocidade, força e precisão – como o mundo viu na Operação Resolução Absoluta” – que capturou o ditador venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa Cilia Flores.

Um dia depois da divulgação do documento, no sábado (24), o enfermeiro americano Alex Pretti foi morto a tiros por agentes federais de imigração em Minneapolis, no estado de Minnesota, enquanto protestava contra a ação dos militares.

Segundo familiares, amigos e colegas, Pretti trabalhava como enfermeiro, cuidando de veteranos doentes – um reflexo de seu profundo desejo de ajudar os outros, disseram eles.

Trump tem se preocupado com a imagem do governo depois das ações em Minneapolis. Uma das principais críticas é com relação à rapidez com que o governo culpou Pretti pelo episódio — antes mesmo que qualquer investigação sobre a morte.

Após a execução, o presidente dos EUA afirmou ao Wall Street Journal que estava “revisando tudo” sobre a política de imigração. Além de dizer que tem uma “sintonia” com o governador de Minnesota, o democrata Tim Walz, e que ambos irão trabalhar juntos no tema. Antes, Trump chegou a dizer que o caso era culpa de Walz.

Esse é o segundo caso de um cidadão dos Estados Unidos morto por um agente federal em menos de 1 mês. A primeira vítima foi Renee Good, de 37 anos, morta na mesma cidade, quando um agente do ICE atirou contra seu veículo durante uma abordagem na manhã de quarta-feira (7).

Fonte: CNN Brasil

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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