Gleisi nega interferência do governo no caso Master

Ministra afirma que fiscalização foi “rigorosa” e diz que saída de Lewandowski não teve relação com o banco

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), declarou nesta 4ª feira (28.jan.2026) que o governo federal não teve qualquer envolvimento inadequado com o Banco Master. A ministra defendeu que a fiscalização foi “rigorosa” e que todas as ações seguiram “estrita técnica e legalidade”.

“Foi no nosso governo que o presidente do Master foi preso, foi no nosso governo que foi feita a liquidação do Master”, declarou Gleisi. Ela argumentou que a atuação do Banco Central e da Polícia Federal demonstra a independência das instituições na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Gleisi minimizou o fato de o ex-ministro Ricardo Lewandowski ter prestado um serviço de consultoria ao Banco Master em 2023, depois de se aposentar do STF (Supremo Tribunal Federal) e antes de assumir o Ministério da Justiça e da Segurança Pública.

De acordo com a ministra, a consultoria não interferiu no trabalho de Lewandowski na Esplanada nem afetou a fiscalização. Disse também que o magistrado havia avisado Lula com antecedência sobre os serviços que prestou antes de assumir o ministério.

ENCONTROS ENTRE LULA E VORCARO

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Sérgio Lima/Poder360 e Reprodução/YouTube @TVLide

Na imagem, da esquerda para a direita: Lula, Daniel Vorcaro (fundador do Banco Master) e Gabriel Galípolo (presidente do Banco Central)

Gleisi confirmou que o presidente Lula recebeu Daniel Vorcaro, fundador do Master, mas minimizou o encontro. Afirmou que o petista “recebe muita gente, já recebeu outros donos de banco, já recebeu outras pessoas do mercado financeiro”.

Registros do GSI mostram que Vorcaro esteve no Planalto ao menos 4 vezes em 2023 e 2024.

Em dezembro de 2024, o banqueiro se reuniu com Lula em um encontro não registrado na agenda oficial. Na ocasião, Vorcaro perguntou diretamente ao presidente se deveria vender o Master ao BTG Pactual. Lula o aconselhou a não vender e criticou André Esteves e o então presidente do BC, Roberto Campos Neto, segundo apuração do Poder360.

Gabriel Galípolo, que assumiu o Banco Central em janeiro de 2025, também participou.

CPI DO BANCO MASTER

Gleisi também comentou sobre a possível instauração de comissão para investigar o Master: “É uma prerrogativa que o Congresso tem”.



Fonte: Poder 360

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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