Ibovespa salta aos 181 mil pontos e renova recorde histórico na véspera da ‘Super Quarta’; dólar cai ao menor nível em quase 2 anos

(Imagem: iStock)

O Ibovespa (IBOV) retomou o ritmo de recordes com a entrada de fluxo estrangeiro e IPCA-15 abaixo do esperado, na véspera das decisões de juros nos Estados Unidos e no Brasil.

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Nesta terça-feira (27), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 1,79%, aos 181.919,13 pontos. O recorde anterior foi registrado na última sexta-feira (23), quando o Ibovespa encerrou aos 178.858,54 pontos.

Durante a sessão, o índice também renovou o recorde nominal intradia ao superar os 183 mil pontos. 

Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,2067, com queda de 1,38%, no menor nível desde maio de 2024. 

No cenário doméstico, a corrida presidencial ganhou novos desdobramentos. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reafirmou que é candidato à reeleição e negou especulações sobre pretensão a outros cargos eletivos na disputa deste ano, na rede social X.

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Já no final da tarde, Tarcísio disse que não seria candidato à Presidência nem mesmo se o ex-presidente Jair Bolsonaro lhe fizesse um pedido direto durante sua visita na Papudinha, na próxima quinta-feira (29). A declaração foi feita em entrevista à rádio Jovem Pan Sorocaba.

Entre os dados, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação e um dos principais termômetros para as expectativas em torno da política monetária no Brasil, avançou 0,20% em janeiro, segundo dado divulgado pelo IBGE. A estimativa era de que o índice avançaria 0,23% neste mês, de acordo com a mediana das projeções.

No período de 12 meses, o IPCA-15 teve alta acumulada de 4,50%, ante a previsão de 4,52%.

Altas e quedas do Ibovespa

Depois de uma breve pausa, o Ibovespa (IBOV) voltou a renovar recordes. Segundo dados da B3, o investidor estrangeiro já aportou US$ 17,7 bilhões no mercado brasileiro neste ano, sendo US$ 2 bilhões somente na última sexta-feira (23).

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Os ganhos foram protagonizados pelos ‘pesos-pesados’ do índice. Vale (VALE3) foi a ação mais negociada na B3 e encerrou as negociações com alta de quase 3%, na expectativa pelos números da prévia operacional referente ao quarto trimestre (4T25) – a ser divulgados ainda hoje.

Ainda entre os pesos-pesados, a Petrobras (PETR4) engatou o 8º dia de ganhos consecutivos, com apoio do desempenho do petróleo. O contrato futuro do Brent, referência para o mercado mundial, para março encerrou as negociações com alta de 2,81%, a US$ 66,59 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Com a sequência de ganhos consecutivos, a estatal voltou a se aproximar dos US$ 490 bilhões em valor de mercado.

Os bancos, Vale e Petrobras juntos correspondem a 50% da carteira teórica do Ibovespa. 

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A ponta positiva, porém, foi liderada por Raízen (RAIZ4), que saltou mais de 13%. Entre as perdas, Eneva (ENEV3) registrou a maior queda entre as ações negociadas no Ibovespa, com baixa de cerca de 3%.

Exterior 

Os índices de Wall Street encerraram em tom misto, com S&P 500 renovando o recorde histórico no nível dos 6,9 mil pontos.

Os investidores operaram à espera de balanços das gigantes de tecnologia.  Meta, Microsoft e Tesla divulgam os números referentes ao quarto trimestre (4T25) amanhã (28).

O mercado também ficou na expectativa pela primeira decisão de política monetária do ano.

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Amanhã, o Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed) deve manter os juros inalterados na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, em meio a pressões do governo Trump para o corte nas taxas e apostas sobre o sucessor do Jerome Powell na presidência do BC.

Confira o fechamento dos índices:

  • Dow Jones: -0,83%, aos 49.003,41 pontos;
  • S&P 500: +0,41%, aos 6.978,60 pontos – no maior nível nominal histórico; 
  • Nasdaq: +0,91%, aos 23.817,09 pontos.

Na Europa, os principais índices terminaram as negociações em alta, majoritariamente, com o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e a Índia. Segundo o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, o acordo fará com que a Índia abra seu vasto e protegido mercado para o livre comércio com a UE de 27 países, seu maior parceiro comercial.

O pacto comercial representa cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) global e cerca de um terço do comércio mundial. Com isso, o índice pan-europeu Stoxx 600 teve alta de 0,58%, aos 613,11 pontos.

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Na Ásia, os índices fecharam em forte alta, ainda com especulações sobre intervenção no câmbio japonês. Hoje, a ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, disse que o governo tomará as medidas apropriadas em relação ao câmbio, se necessário. 

O índice Nikkei, do Japão subiu 0,85%, aos 53.333,54 pontos, enquanto o índice Hang Seng, de Hong Kong, teve ganho de 1,35%, aos 27.126,95 pontos. 

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Fonte: Money Times

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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