Um presente inusitado, mas cheio de significado. Como parte de ensinamentos sobre amadurecimento, uma mãe deu um consórcio de carro para o filho de apenas 15 anos. Ela ainda enfatizou que havia pagado a primeira mensalidade para incentivá-lo.
A iniciativa partiu da empresária e influenciadora Thieli Martinelli, mãe de Theo, de São José dos Campos. O presente foi pensado como parte de um planejamento familiar de longo prazo. A proposta é que o veículo seja entregue quando o jovem completar 18 anos, caso o consórcio seja contemplado até lá.
O momento da entrega do presente viralizou nas redes sociais. Muitos internautas aprovaram a ideia da mãe e aplaudiram a iniciativa.
O presente
Segundo Thieli, a primeira mensalidade do consórcio já foi paga e restam outras 95 parcelas. Cada prestação tem o valor de R$ 809. A expectativa é que o grupo seja contemplado por sorteio quando Theo atingir a maioridade.
A mãe explicou que o consórcio não foi uma decisão improvisada, mas algo discutido há anos dentro da família. A ideia sempre foi presentear os filhos com um carro aos 18 anos, repetindo uma experiência que os próprios pais tiveram.
A mãe também afirmou que o consórcio foi escolhido por permitir organização e previsibilidade, sem a necessidade de financiamento tradicional.
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Envolvimento do adolescente no pagamento
Embora Theo ainda não tenha emprego formal nem renda fixa, os pais decidiram incluí-lo no processo de pagamento desde o início. O adolescente recebe mesada e, eventualmente, valores em dinheiro dados como presente, que poderão ser usados para contribuir com algumas parcelas iniciais.
A maior parte das prestações continuará sob responsabilidade dos pais. A participação do filho, segundo a família, tem caráter educativo e busca aproximá-lo das decisões financeiras do dia a dia.
A mãe contou que conversas sobre consumo, prioridades e escolhas fazem parte do acordo, incluindo a possibilidade de abrir mão de gastos imediatos para colaborar com o compromisso assumido.
Apesar da viralização, a família afirma que a decisão segue sendo tratada internamente como parte da organização financeira da casa, sem expectativa de que a experiência sirva como modelo para outras famílias.
Fonte: Só Notícia Boa




