Por que Scott Galloway quer que você cancele assinaturas com big techs

O professor e autor Scott Galloway nunca foi de fugir de polêmicas em suas colunas, podcasts e palestras. Contudo, em resposta às turbulências políticas acontecendo atualmente nos Estados Unidos, ele resolveu dar um passo além. Agora, ele está convocando seus seguidores a cancelar suas assinaturas com as big techs.

Na semana passada, ele lançou a campanha “Resist and Unsubscribe” (Resistir e “desassinar”), com o objetivo de movimentar o debate público nos EUA ao defender uma forma pouco convencional.

A proposta é simples na forma e ambiciosa no impacto: um “lockdown econômico” de um mês, direcionado principalmente às grandes empresas de tecnologia e de inteligência artificial, com o objetivo explícito de pressionar o PIB americano, gerar instabilidade nos mercados e chegar no presidente Donald Trump como forma de protesto contra as políticas migratórias atuais.

Oportunidade com segurança!

A tese de Galloway parte de um precedente recente. Após o chamado “Liberation Day”, quando os mercados reagiram com forte volatilidade, o presidente Trump recuou rapidamente de parte das tarifas anunciadas. Para o professor, o episódio mostra que o mercado financeiro segue sendo um dos poucos freios reais ao poder político.

“Se os americanos conseguirem flexionar seus músculos econômicos em fevereiro, a administração vai repensar se vale a pena seguir prendendo jornalistas ou permitindo que agentes do ICE atuem mascarados e com impunidade”, argumenta.

Para transformar o discurso em ação, o professor criou um guia prático para uma greve econômica de 30 dias. Na seção chamada “Ground Zero”, o site lista serviços de assinatura das maiores empresas de tecnologia dos EUA — como Amazon, Meta, Google, Apple, Netflix, OpenAI e Microsoft — com links diretos para cancelamento. A recomendação também inclui adiar a compra de novos dispositivos e produtos dessas companhias, como smartphones e equipamentos eletrônicos.

Segundo Scott Galloway, o impacto vai além do gesto simbólico. Além de ajudar consumidores a revisar gastos e melhorar suas finanças pessoais a partir de um “pequeno sacrifício”, a iniciativa mira empresas que, juntas, representam cerca de um terço do índice S&P 500.

A aposta é que, quando os CEOs dessas companhias começarem a sentir o desconforto, o efeito chegue rapidamente à Casa Branca. “Quando os líderes das big techs ficam nervosos, Donald Trump também fica”, resume Scott.

O site vai além da tecnologia. O autor também lista empresas consideradas “facilitadoras ativas” das operações do ICE. Entre os nomes citados estão AT&T, Comcast, Lowe’s, Marriott e Spotify. Cada empresa vem acompanhada de explicações sobre sua relação com a agência e sugestões objetivas de serviços que podem ser evitados ou cancelados pelos consumidores.

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Conteúdo produzido por Startups.

Fonte: Info Money

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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