Num jogo com margens reduzidas, Mouat e Dodds estiveram repetidamente a um ou dois centímetros de onde deveriam estar.
Eles começaram com o martelo – teoricamente vantajoso por permitir que um time controlasse a partida – e chutaram no primeiro parcial para somar três pontos.
No entanto, o remate de Dodds foi fracamente eliminado e os italianos roubaram um. Seria um tema recorrente já que Constantini e Amos Mosaner ditaram a disputa.
A dupla britânica empatou, antes que os anfitriões voltassem à frente em uma terceira final cautelosa e marcassem outro na terceira. Mais uma vez, foi quase um erro de Dodds.
Isso colocou a Itália à frente por 3-1 no intervalo e a Grã-Bretanha perseguindo.
Um no quinto foi menos do que queriam, mas um grande erro de Mosaner no sexto abriu a porta. Seria esse o momento em que o ímpeto mudaria?
Não foi. Constantini – uma imagem de tranquilidade em todos os momentos – fez um chute perfeito para garantir que os italianos voltassem a marcar por dois gols, faltando dois para jogar.
GB precisava de uma grande pontuação e implantou seu powerplay, mas novamente só conseguiu uma e precisou roubar para forçar um final extra.
Eles não podiam. E tiveram que enfrentar o cenário de pesadelo de mais uma Olimpíada em que terminaram em quarto lugar e sem medalha nas duplas mistas.
Em Pequim, eles responderam da maneira certa, com o ouro feminino e a prata masculina. O que eles farão desta vez?
Fonte: BBC – Esporte Internacional




