TSE alerta para riscos da desinformação na internet

Presidente da Corte diz que conteúdos falsos podem afetar voto e comprometer a confiança no processo eleitoral

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) orienta eleitoras e eleitores a redobrarem a atenção com conteúdos acessados e compartilhados na internet, sobretudo em ano eleitoral. A recomendação é verificar a origem das informações e checar se estão amparadas por fontes confiáveis e legítimas. A conferência prévia reduz o risco de desinformação e contribui para o exercício consciente da cidadania.

A desinformação, as fake news e os deepfakes tornaram-se fenômenos recorrentes no ambiente digital. Segundo o TSE, a circulação de conteúdos falsos sobre o andamento e a legitimidade do processo eleitoral pode comprometer a confiança nas eleições e afetar a própria democracia.

Em pronunciamentos públicos e votos em sessões plenárias, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, tem alertado para o impacto desse tipo de conteúdo. “A desinformação deforma a realidade, ilude o cidadão e fragiliza o direito constitucional à informação. Pode levar alguém a votar acreditando em uma falsidade e, depois, perceber que jamais teria feito aquela escolha se conhecesse a verdade”, afirmou.

Em seminário realizado na Corte sobre o tema, a ministra declarou que a Justiça Eleitoral atua em parceria com outros órgãos públicos para enfrentar situações relacionadas ao processo eleitoral deste ano. “Temos desafios novos, desafios que são os de sempre, mas desafios inclusive inéditos, questões que nunca existiram. Um desses desafios é a desinformação”, disse.

A discussão coincide com o Dia da Internet Segura, iniciativa criada em 2004 pela rede europeia Insafe. Neste ano, a mobilização ocorre nos dias 10 e 11 de fevereiro. No Brasil, a data passou a ser celebrada em 2008, e o TSE participa das atividades desde 2017. O objetivo é incentivar o uso responsável e consciente da rede.

Entre as orientações divulgadas pelo Tribunal em suas redes sociais estão a verificação da fonte antes de compartilhar conteúdos, o cuidado com páginas que imitam canais oficiais da Justiça Eleitoral e a atenção a links recebidos por mensagens. O órgão também reforça que não cobra por serviços ou atendimentos prestados à população e recomenda a utilização de senhas fortes.

A STI (Secretaria de Tecnologia da Informação) do TSE informa que adota recursos tecnológicos para assegurar acesso eficaz, gratuito e seguro aos serviços oferecidos no portal oficial do Tribunal.


Com informações do TSE



Fonte: Poder 360

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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