Azul conclui reestruturação financeira nos EUA e sai da recuperação judicial

A Azul informou nesta sexta-feira (20) que concluiu com sucesso seu processo de reestruturação financeira nos Estados Unidos, saindo do Chapter 11, a versão americana da recuperação judicial.

A companhia aérea destacou que a conclusão deste processo fortaleceu significativamente seu balanço patrimonial, permitindo uma redução de US$ 2,5 bilhões em dívidas e obrigações de arrendamento. A reestruturação envolveu acordos com credores, incluindo a AerCap, e parcerias com investidores estratégicos como United Airlines e American Airlines.

Durante o processo de reestruturação, que durou menos de nove meses, a Azul afirma que continou com suas operações normais, realizando cerca de 800 voos diários. A companhia também disse que cumpriu todas as metas operacionais de 2025, transportando 32 milhões de clientes.

Voltar da dar lucro

Em entrevista à Bloomberg no final do ano passado, o CEO da Azul, John Rodgerson disse que a companhia, agora apoiada pela United Airlines e a American Airlines, espera que uma redução da dívida desencadeada pela recuperação judicial e uma série de contratos de leasing de aeronaves renegociados a ajudem a gerar lucro nos próximos dois anos.

O plano de crescimento da companhia aérea é redirecionado ao mercado doméstico, embora pretenda aumentar os voos para os EUA para atender à forte demanda pelos jogos da Copa do Mundo de futebol. A Azul ainda aceitará entregas de novas aeronaves da Airbus e Embraer.

“O fluxo de caixa da empresa melhorou significativamente”, disse Rodgerson à Bloomberg. “Geraremos caixa em 2026. Geraremos caixa em 2027. Esse é o plano.”

Crise da Azul

Fundada em 2008 com alguns jatos Embraer, a Azul contraiu dívidas enormes para adicionar novas aeronaves e crescer rapidamente. Após enfrentar dificuldades com as pressões cambiais e os efeitos persistentes da pandemia, a Azul seguiu seus maiores concorrentes na região e entrou com pedido de Chapter 11 em maio.

A United e a American investiram na Azul. A companhia planeja oferecer voos em codeshare com as aéreas americanas, dando-lhes acesso a mais de 100 destinos brasileiros. A empresa também não espera que o recente aumento nas ações de fiscalização da imigração nos EUA diminua a demanda, e Rodgerson afirma que os brasileiros adoram viajar para o país.

(com Bloomberg)

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

Fonte: Invest News

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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