EUA dizem que não pretendem lançar ataques ao Iraque

Os Estados Unidos afirmaram que não pretendem lançar ataques ao Iraque. Segundo o país americano, o objetivo não é fazer com que o Iraque seja arrastado para o conflito em curso com o Irã.

O presidente Donald Trump descreveu a operação como uma campanha militar “massiva e contínua”, e acrescentou que vidas americanas podem ser perdidas em consequência da ação.

Segundo Trump, o objetivo da ofensiva é “defender o povo americano” do que classificou como “ameaças do governo iraniano”. Em um vídeo divulgado na rede social Truth Social, o presidente dos EUA afirmou que pretende destruir os mísseis do Irã e assegurar que o país do Oriente Médio não possua armas nucleares.

Em resposta, o regime iraniano lançou uma onda de ataques em todo o Oriente Médio. Bases americanas nos Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Kuwait foram atacadas. De acordo com a equipe da CNN, trata-se de um ataque sem precedentes no Oriente Médio.

O Irã ainda lançou um ataque em larga escala com drones contra Israel. A defesa de Israel, por sua vez, disse ter interceptado os mísseis iranianos.

Itamaraty condena ataque

O Ministério das Relações Exteriores brasileiro, o Itamaraty, condenou os ataques realizados pelos EUA e por Israel contra o Irã. Em nota, o governo fez um apelo para que os países respeitem o Direito Internacional e “exerçam máxima contenção”.

“Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”, declarou a pasta.

Leia a íntegra

O governo brasileiro condena e expressa grave preocupação com os ataques realizados hoje (28/2) por Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã. Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região.

O Brasil apela a todas as partes que respeitem o Direito Internacional e exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil.

As embaixadas do Brasil na região acompanham os desdobramentos das ações militares, com particular atenção às necessidades das comunidades brasileiras nos países afetados. Recomenda-se aos brasileiros que estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países onde morem ou se encontrem.

 

Fonte: CNN Brasil

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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