Governo Trump divulgará cerca de 50 mil arquivos do caso Epstein

Documentos passavam por nova análise do Departamento de Justiça dos EUA; lançamento é esperado para o fim da semana

O governo do presidente Donald Trump (Partido Republicano) prepara a divulgação de cerca de 47.635 arquivos sobre o caso Jeffrey Epstein até o fim desta semana (7.mar.2026), segundo o jornal norte-americano The Wall Street Journal. O DoJ (Departamento de Justiça dos Estados Unidos) informou que os documentos passavam por análise complementar.

Não se sabe se as páginas são inéditas. A emissora CBS News constatou que cerca de 47.000 documentos, número semelhante ao da nova leva, haviam sido retirados do portal disponibilizado pelo DoJ até o fim de fevereiro. A pasta negou ter excluído arquivos do acervo. 

De acordo com o jornal britânico The Telegraph, os documentos incluem registros da entrevista de uma mulher ao FBI (Agência Federal de Investigação) realizada em 2019, em que a depoente afirma que Trump tentou forçá-la a praticar sexo oral no início da década de 1980, quando ela tinha aproximadamente 13 anos. 

Ela teria sido apresentada a Trump por meio de Epstein. Não há nenhum tipo de prova material que mostre que os relatos são verdadeiros. O republicano nunca foi acusado formalmente de crime relacionado ao caso Epstein. Ele nega ter conhecimento ou envolvimento com o esquema de tráfico e abuso sexual associado ao financista. 

ARQUIVOS EPSTEIN 

Em 30 de janeiro, mais de 3 milhões de páginas de documentos relacionados ao caso Jeffrey Epstein foram publicadas pelo DoJ. A medida atendia a um projeto de lei que havia sido aprovado pelo Congresso e sancionado por Trump para obrigar a divulgação de todas as informações da investigação sobre o empresário. 

Estão nos arquivos e-mails enviados e recebidos pelo financista, conversas com aliados, sócios e lobistas e análises econômicas, além de manuscritos de livros, artigos de notícias e até poesias que eram enviadas a ele.

Jeffrey Edward Epstein nasceu em 20 de janeiro de 1953, em Nova York (EUA). Foi preso depois de ser condenado pelo abuso de uma menina de 14 anos, além de ser acusado de vários crimes sexuais. Em 10 de agosto de 2019, foi encontrado morto em sua cela na prisão em Nova York. A causa oficial da morte foi suicídio por enforcamento.



Fonte: Poder 360

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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