Feito nos EUA?
O código é sofisticado, as ferramentas são abrangentes e usa métodos de exploração e truques para evitar a segurança que a equipe nunca havia descoberto antes. É por isso que parece uma exploração bem financiada, que apareceu pela primeira vez em uso por empresas mercenárias de vigilância como serviço, mais tarde por um grupo de espionagem russo e depois por um grupo chinês. Com fio adverte que “pode ter sido originalmente criado por um empreiteiro dos EUA e vendido ao governo americano”.
Por outras palavras, é uma ilustração perfeita de como ataques altamente sofisticados desenvolvidos para uso do Estado-nação podem, caem, e de facto já estão, a cair nas mãos de criminosos.
Os especialistas em iVerificar que também estudaram a exploração alertam: “Coruna é um dos exemplos mais significativos que observamos de capacidades sofisticadas de nível de spyware proliferando de fornecedores de vigilância comercial para as mãos de atores estatais e, em última análise, para operações criminosas em grande escala.
Fonte: Computer World




