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análise completa da corrida ao prêmio

O Oscar 2026 está chegando em clima de tensão total! A temporada foi marcada por reviravoltas, vitórias inesperadas nos sindicatos e uma divisão clara de votos nas principais categorias. Não existe consenso absoluto em quase nenhuma disputa, o que torna essa edição uma das mais imprevisíveis da década.

A Academia também mostra uma fase de transição. Filmes políticos ganharam força, produções internacionais cresceram em relevância e novos rostos disputam espaço com nomes consagrados. A conversa este ano vai além da performance individual e fala sobre representatividade, indústria, campanha e momento histórico.

Neste guia que preparamos, você vai conferir os indicados ao Oscar 2026, saber quem lidera a corrida pelo melhor filme, quais são as surpresas desta edição e, claro, onde assistir à cerimônia ao vivo. Acompanhe a leitura e faça as suas apostas!

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Quando e onde será o Oscar 2026?

A 98ª edição da cerimônia do Oscar 2026 acontece no dia 15 de março, diretamente do tradicional Dolby Theatre, em Los Angeles.

O tapete vermelho começa às 19h (horário de Brasília), com a entrega das estatuetas prevista para às 21h.

Quem são os favoritos? As categorias que prometem

Se tem um nome que cresceu na reta final da temporada, é Jacob Elordi. A indicação por Frankenstein não veio só pelo peso do projeto de Guillermo del Toro, mas também pela transformação.

Elordi assume a Criatura com uma abordagem física e emocional intensa, explorando solidão, rejeição e desejo de pertencimento com uma vulnerabilidade que surpreendeu crítica e público.

Ele venceu o Critics na categoria, mesmo não sendo apontado como favorito inicial, o que acendeu o alerta na corrida. A categoria de Ator Coadjuvante está dividida entre nomes veteranos e performances de impacto, e essa fragmentação de votos pode favorecer justamente quem chega com uma narrativa forte no momento certo.

Agora, vamos às categorias:

Melhor filme

Uma Batalha Após a Outra

Paul Thomas Anderson entrega um épico político ambientado nos Estados Unidos contemporâneo, acompanhando uma família atravessada por conflitos ideológicos e violência estrutural. O filme mistura tensão, humor ácido e comentário social em quase três horas de intensidade narrativa.

O Agente Secreto

No Brasil de 1977, um homem tenta escapar do próprio passado em meio à ditadura militar. Kleber Mendonça Filho constrói um suspense político que fala sobre apagamento, memória e sobrevivência, com atmosfera densa e olhar crítico sobre o país.

Pecadores

Ryan Coogler ambienta o sul segregacionista dos EUA para contar uma história que mistura blues, racismo e horror sobrenatural. O filme usa o fantástico como alegoria para discutir herança cultural e opressão histórica.

Hamnet
Chloé Zhao adapta o romance de Maggie O’Farrell e transforma o luto da família de Shakespeare em um drama sensível sobre perda e criação artística. Visualmente delicado, o filme é conduzido por atuações intensas e silenciosas.

Frankenstein
Guillermo del Toro reconta a história do cientista Victor Frankenstein a partir do ponto de vista da Criatura, explorando sua rejeição pelo mundo e o conflito entre criação e abandono. A narrativa alterna entre a obsessão do criador e a solidão do ser que ele trouxe à vida, dando mais espaço ao drama emocional do que ao terror clássico.

Valor Sentimental
Joachim Trier constrói um drama familiar sobre memória, trauma e arte. A história acompanha uma atriz que precisa confrontar o pai cineasta e o passado que ambos transformaram em ficção.

Marty Supreme
Josh Safdie acompanha a trajetória frenética de um jogador de tênis de mesa obcecado pelo sonho americano. O filme usa o esporte como metáfora para ambição, identidade e pressão cultural.

Sonhos de Trem

Ao longo de décadas, acompanhamos a vida de um homem comum enquanto o mundo ao seu redor muda radicalmente. É um retrato poético sobre tempo, memória e transformação nos Estados Unidos.

F1

Brad Pitt vive um ex-piloto que retorna às pistas para ajudar uma equipe desacreditada. Com cenas filmadas em Grandes Prêmios reais, o longa combina espetáculo técnico e drama esportivo.

Bugonia

Yorgos Lanthimos adapta o sul-coreano Save the Green Planet! para criar um suspense paranoico sobre teorias da conspiração, capitalismo e crise ambiental. Um filme ácido, desconfortável e politicamente provocador.

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Melhor direção

Paul Thomas Anderson (Uma Batalha Após a Outra)

Responsável por Sangue Negro, O Mestre e Licorice Pizza, PTA soma 14 indicações ao Oscar na carreira. É um dos diretores mais respeitados da indústria e volta à disputa com um filme político ambicioso e atual.

Kleber Mendonça Filho (O Agente Secreto)

Diretor de Bacurau e Retratos Fantasmas, Kleber construiu uma filmografia marcada por crítica social e forte identidade autoral. Sua indicação consolida o reconhecimento internacional do cinema brasileiro.

Ryan Coogler (Pecadores)

Após Fruitvale Station, Creed e os dois Pantera Negra, Coogler retorna a um projeto mais autoral. Conhecido por unir entretenimento e comentário social, é um dos cineastas mais influentes da sua geração.

Chloé Zhao (Hamnet)

Vencedora do Oscar por Nomadland, Zhao também dirigiu The Rider e o blockbuster Eternos. Em Hamnet, retoma sua sensibilidade intimista e visual contemplativo.

Yorgos Lanthimos (Bugonia)

Indicado anteriormente por A Favorita e Pobres Criaturas, Lanthimos é reconhecido pelo estilo provocador e narrativas desconfortáveis. Aqui, ele aposta em um suspense paranoico com forte carga política.

Melhor ator

  • Wagner Moura (O Agente Secreto)
  • Timothée Chalamet (Marty Supreme)
  • Paul Mescal (Hamnet)
  • Brad Pitt (F1)
  • Michael B. Jordan (Pecadores)

Melhor atriz

  • Jessie Buckley (Hamnet)
  • Renate Reinsve (Valor Sentimental)
  • Emma Stone (Bugonia)
  • Teyana Taylor (Uma Batalha Após a Outra)
  • Kate Hudson (Song Sung Blue)

Melhor ator coadjuvante

  • Jacob Elordi (Frankenstein)
  • Delroy Lindo (Pecadores)
  • Benicio del Toro (Uma Batalha Após a Outra)
  • Stellan Skarsgård (Valor Sentimental)
  • Javier Bardem (F1)

Melhor atriz coadjuvante

  • Elle Fanning (Valor Sentimental)
  • Inga Ibsdotter Lilleaas (Valor Sentimental)
  • Amy Madigan (A Hora do Mal)
  • Wunmi Mosaku (Pecadores)
  • Teyana Taylor (Uma Batalha Após a Outra)

A corrida pelo Oscar 2026: quem chega mais forte na reta final?

O Oscar 2026 desenha um confronto interessante entre três forças muito claras: o autor consagrado, o cineasta político em ascensão e o retorno ao cinema de assinatura após flertes com o mainstream.

  • Paul Thomas Anderson chega com o discurso mais sólido da temporada. Uma Batalha Após a Outra é político, ambicioso e atual – três elementos que a Academia costuma valorizar quando quer marcar época. Ele tem prestígio acumulado e um filme que conversa diretamente com o agora.
  • Ryan Coogler entra como força competitiva com Pecadores, que combina relevância racial, peso histórico e respaldo técnico. Quando um diretor consegue unir discurso e indústria, ele vira ameaça concreta.
  • Chloé Zhao representa o retorno ao cinema íntimo depois da experiência em grande estúdio. Hamnet aposta em emoção e performance, e esse tipo de narrativa cresce no voto preferencial.
  • Yorgos Lanthimos mantém o prestígio autoral, mas depende do quanto os votantes querem abraçar novamente uma proposta desconfortável. Ele é respeitado, a questão é apetite.
  • Kleber Mendonça Filho simboliza algo maior: a consolidação da internacionalização da Academia. O Agente Secreto não é tratado como “filme estrangeiro”, mas como filme competitivo.

Entre os atores, a disputa também revela padrões interessantes da Academia:

  • Wagner Moura carrega força histórica;
  • Timothée Chalamet mantém apelo autoral;
  • Brad Pitt representa a tradição industrial;
  • Michael B. Jordan traduz relevância cultural.

No fim das contas, o Oscar 2026 está sendo moldado por trajetórias, reposicionamentos de carreira, força industrial e leitura de momentos históricos. E quando todos esses vetores se cruzam, a disputa deixa de ser matemática e passa a ser simbólica. É exatamente aí que a corrida fica imprevisível.

As surpresas das indicações: quem ficou de fora e quem chocou?

Se a corrida já estava imprevisível, a lista final dos indicados ao Oscar 2026 confirmou: a Academia não jogou seguro.

O caso mais comentado foi Paul Mescal. Mesmo com elogios consistentes por Hamnet, o ator ficou fora da disputa. O filme apareceu forte em outras categorias, o que tornou a ausência ainda mais sentida. Foi o típico esnobado que movimenta o debate por dias.

Wicked: Parte 2 também virou assunto. Depois de uma campanha intensa e do grande volume de indicações na temporada, o musical acabou fora das categorias principais. A não indicação de Ariana Grande em Atriz Coadjuvante gerou uma forte reação nas redes.

Por outro lado, algumas escolhas surpreenderam positivamente. Delroy Lindo apareceu com força em Pecadores, consolidando o peso do filme na temporada. Elle Fanning, por Valor Sentimental, entrou na disputa mesmo sem liderar as previsões iniciais.

Essas decisões mostram uma votação pulverizada. E quando os votos se espalham, o resultado tende a fugir do óbvio.

O que esperar da cerimônia? Apresentador e performances

A Academia já confirmou os primeiros nomes que subirão ao palco do Dolby Theater ao lado do mestre de cerimônias Conan O’Brien. A escolha reforça a tentativa de manter a cerimônia leve, ágil e com ritmo de show.

Entre os apresentadores anunciados estão

  • Adrien Brody;
  • Kieran Culkin;
  • Mikey Madison;
  • Zoe Saldaña.

O quarteto mantém uma tradição clássica do Oscar: vencedores das categorias de atuação no ano anterior retornam para entregar as estatuetas na edição seguinte.

Na categoria de Melhor Canção Original, a produção optou por um formato híbrido. Duas músicas indicadas terão performance ao vivo:

  • “Golden”, do fenômeno global KPop Demon Hunters, interpretada por Rei Ami, EJAE e Audrey Nuna;
  • “I Lied to You”, de Sinners, que será cantada por Miles Caton.

As outras três faixas indicadas – “Dear Me”, de Diane Warren; “Sweet Dreams of Joy”, de Viva Verdi!; e “Train Dreams”, assinada por Nick Cave e Bryce Dessner, não terão apresentações completas no palco, mas receberão introduções produzidas especialmente para a transmissão.

Filmes indicados para maratonar no UOL Play

Quer entrar no Oscar 2026 já com repertório? Então prepare a lista, porque tem muita coisa premiada e favorita disponível no UOL Play através dos nossos parceiros.

Disponíveis na HBO Max

  • Pecadores (2025): líder de indicações no Oscar 2026 com 16 nomeações e um dos grandes favoritos da temporada.
  • Uma Batalha Após a Outra (2025): indicado em 13 categorias e apontado como um dos filmes mais comentados do ano.

Para quem ama vencedores históricos:

  • O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (2003): 11 indicações, 11 vitórias, incluindo Melhor Filme e Direção;
  • Kramer vs. Kramer (1979): 5 Oscars, incluindo Filme e Direção;
  • Casablanca (1942): 3 vitórias, incluindo Melhor Filme;
  • E o Vento Levou (1939): 8 estatuetas, entre elas Melhor Filme;
  • Argo (2012): vencedor de Melhor Filme.

Se a ideia é relembrar categorias técnicas e impacto visual:

  • Duna: Parte Dois (2024): vencedor em Som e Efeitos Visuais;
  • Interstellar (2014): Oscar de Efeitos Visuais;
  • Dunkirk (2017): venceu em Som e Montagem;
  • Sniper Americano (2014): Oscar de Edição de Som;
  • O Grande Gatsby (2013): Figurino e Direção de Arte;
  • O Exorcista (1973): 10 indicações e duas vitórias.

E ainda títulos recentes ligados à temporada:

  • Barbie (2023): 8 indicações e vencedora de Canção Original;
  • A Cor Púrpura (2023): indicação em Atriz Coadjuvante;
  • Wonka (2023): forte presença nas premiações do ano.

Disponíveis no Universal+

Se você quer maratonar vencedores recentes e clássicos modernos:

  • Oppenheimer (2023): Melhor Filme, Direção, Ator e mais quatro Oscars;
  • O Regresso (2015): 3 vitórias, incluindo Direção e Ator;
  • Bohemian Rhapsody (2018): 4 estatuetas, incluindo Ator para Rami Malek;
  • Django Livre (2012): Roteiro Original e Ator Coadjuvante.

Para quem ama espetáculo e efeitos:

  • Jurassic Park (1993): 3 Oscars técnicos;
  • Tenet (2020): Efeitos Visuais;
  • Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008): Ator Coadjuvante e Edição de Som;
  • O Exterminador do Futuro 2 (1991): 4 vitórias técnicas;
  • Homem-Aranha no Aranhaverso (2018): Melhor Animação.

E ainda clássicos que atravessam gerações:

  • De Volta para o Futuro (1985): Oscar de Efeitos Sonoros;
  • 007 – Operação Skyfall (2012): Canção Original;
  • Beetlejuice (1988): Maquiagem.

Onde assistir ao Oscar 2026?

Se você quer acompanhar o Oscar 2026 ao vivo, com qualidade e sem depender de TV a cabo, a transmissão oficial no streaming é na HBO Max, disponível para assinantes do UOL Play.

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Fonte: UOL

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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