Em busca de eficiência, Stone aumenta uso de IA e faz layoff

Reduzir custos e aumentar eficiência. O discurso é antigo, mas a demissão é nova. Dessa vez, a Stone anunciou uma onda de cortes em seu quadro de funcionários – e segundo fontes, o aumento de uso da inteligência artificial é um dos gatilhos para isso.

Segundo relatos de ex-funcionários em redes sociais, foram cerca de 370 pessoas afastadas. De acordo com as fontes, em relatos nas redes sociais, a companhia alegou que as demissões fazem parte de um plano de “reestruturação” do negócio.

Procurada pelo Startups, a Stone confirmou as demissões. “A companhia realizou um ajuste pontual em sua estrutura como parte do processo contínuo de simplificação e ganho de eficiência. A operação segue normalmente, sem impacto para clientes ou parceiros”, disse a empresa, em uma nota curta enviada à reportagem.

Olhando para o cenário geral, o layoff representa uma fatia de 3% do quadro geral de funcionários que a Stone possui atualmente – algo em torno de 11 mil, com os números atualizados após a venda da Linx para a Totvs no ano passado.

Contudo, o Startups apurou junto a ex-funcionários que a maior parte das demissões foi mais sentida na frente de tecnologia da fintech, que soma mais de 2 mil colaboradores. Conforme estes ex-colaboradores, cerca de 20% desta divisão foi impactada.

Segundo fontes de dentro da empresa, uma call foi feita com os funcionários na tarde da terça-feira (10) para explicar os motivos pela onda de demissões. De acordo com os relatos, a empresa passa por um momento de redução de custos, diminuindo times e áreas e terminando produtos que não são rentáveis para a operação. “Também falaram que é uma oportunidade para usar mais IA”, disse uma das fontes.

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Perguntada sobre os comentários dos ex-funcionários sobre se a demissão seria para aumentar a eficiência por funcionário com o uso de IA, a Stone não se pronunciou.

Os cortes na Stone vem no rastro de um 2025 morno para a fintech. A empresa teve um lucro líquido abaixo do esperado, crescendo 12% no ano, com uma receita de R$ 3,7 bilhões – crescimento de 13%. Aliás, para melhorar suas margens, a companhia se desfez de um de seus maiores ativos, vendendo a Linx para a Totvs na metade do ano passado por R$ 3,05 bilhões.

Questionada sobre sua rentabilidade e com suas ações em queda, a Stone inclusive trocou de liderança no começo do ano, com o CEO Pedro Zinner se tornando o chairman da companhia e o CFO Mateus Scherer assumindo como CEO. 

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“A mudança de CEO e o posicionamento no call de resultados de março já mostrou que para entregar o lucro prometido de 2026 e 2027, só cortando na carne”, disse um ex-funcionário da companhia que foi afetado.

Conteúdo produzido por Startups.

Fonte: Info Money

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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