Bloomberg Línea — Este é o Breakfast – o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
O setor de shoppings no Brasil não é homogêneo. Há centros comerciais sofrendo com lojas fechadas e aluguéis não pagos. E há shoppings com demanda acima da capacidade. A Allos construiu sua estratégia para estar no segundo grupo.
Com taxa de ocupação de 98% e inadimplência líquida negativa no final de 2025, o grupo apresenta resultados na contramão do ambiente macroeconômico, de juros a 15% ao ano e consumidores sob pressão.
Quando um shopping está quase sem espaço vazio, a negociação com lojistas muda de lado. Quem precisa de área para abrir loja é o varejista, não o shopping. E quem já está dentro tem razão extra para pagar o aluguel em dia: sabe que há concorrentes esperando na fila.
“Se um varejista não acertar a conta, o shopping pode entrar com processo de despejo. E tenho varejistas querendo entrar no shopping também”, disse Daniella Guanabara, CFO da Allos, em entrevista à Bloomberg Línea.
⇒ Leia a reportagem: Com 98% de ocupação em shoppings, Allos escolhe lojista e reduz inadimplência, diz CFO
No radar dos mercados
As ações globais voltaram a operar em queda nesta sexta-feira (13), com investidores cautelosos diante dos riscos da guerra no Irã antes do fim de semana. Os contratos de petróleo WTI e Brent seguem próximos de US$ 100 por barril.
– Futuro do juros do BCE. Economistas consultados pela Bloomberg projetam que o Banco Central Europeu mantenha os juros inalterados até 2027, apesar do aumento dos riscos de inflação ligados à guerra no Oriente Médio. A visão contrasta com o mercado, que já precifica juros mais altos ainda em 2026.
– Visita a Bolsonaro. O ministro do STF Alexandre de Moraes proibiu o funcionário do Departamento de Estado dos EUA Darren Beattie de visitar Jair Bolsonaro, preso em Brasília. Segundo Moraes, a visita não se enquadrava no contexto diplomático do visto concedido para participação em uma cúpula de minerais em São Paulo.
– Empresa de Garner ajusta rota. As ações da Once Upon a Farm caíram quase 10% após a empresa de alimentos para bebês da atriz Jennifer Garner prever desaceleração no crescimento das vendas em 2026. A companhia projeta receita entre US$ 302 milhões e US$ 310 milhões, abaixo das estimativas de analistas.
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🔘 As bolsas ontem (12/03): Dow Jones Industrials (-1,56%), S&P 500 (-1,52%), Nasdaq Composite (-1,78%), Stoxx 600 (-0,61%), Ibovespa (-2,55%)
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Destaques da Bloomberg Línea:
• Petróleo em alta favorece investimentos no Brasil, mas coloca Petrobras sob pressão
• Stellantis avalia acordo com rivais chinesas para avançarem na Europa, dizem fontes
• Pedro Pereira deixa Bank of America e assume como diretor financeiro do iFood
• Também é importante: Apex Partners chega a R$ 17,5 bi em investimento regional e mira crédito privado| Do campo à vitrine: projeto busca rastrear o algodão de 1 milhão de peças de roupa
• Opinião Bloomberg: ‘Trump não tem plano’: guerra dos EUA contra o Irã expõe improviso na Casa Branca
• Para não ficar de fora: Mercado de vinho passa de R$ 21 bi no Brasil. E maior concorrência pressiona margens
⇒ Essa foi uma amostra de Breakfast, a newsletter matinal da Bloomberg Línea com as notícias de destaque no Brasil e no mundo.
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