Um ecossistema para o médico

Bloomberg Línea — Este é o Breakfast – o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

O segmento de graduação para medicina no país tem se tornado mais competitivo nos últimos anos em razão de sua dinâmica: ticket médio mais elevado, menor índice de abandono do curso e dados que apontam que o Brasil ainda tem menos médicos por mil habitantes do que a média dos países da OCDE, por exemplo.

Os entrantes incluem de grandes grupos de educação do país a players locais que muitas vezses se valem de liminares na justiça para conseguir abrir vagas e, depois, oferecem descontos agressivos para tentar atrair alunos.

Nessa dinâmica, a entrega de resultados operacionais e financeiros consistentes se torna em tese mais desafiadora e difícil de alçancar. Mas não tem sido o caso para a Afya, maior empresa de educação e de tecnologia para medicina do país, cujos resultados do terceiro trimestre, divulgados na noite de quarta-feira (12), mostraram novamente expansão em dois dígitos e aumento de margens.

Os resultados, por outro lado, refletem também um negócio que vai muito além da graduação de medicina, segundo contou o CEO da Afya, Virgílio Gibbon, em entrevista à Bloomberg Línea.

“São dados que mostram mais uma vez a resiliência do nosso negócio, o diferencial e os efeitos da nossa construção da marca e do ecossistema para toda a comunidade médica”, disse o CEO da Afya, citando a expansão das verticais de educação continuada e de serviços digitais para a prática médica. “São mais de 300 mil médicos e alunos de medicina que são usuários das nossas soluções.”

⇒ Leia mais: O médico tem uma carreira longa. A Afya construiu um ecossistema para atendê-lo

No radar dos mercados

As ações globais operam sem direção única nesta quinta-feira (13), enquanto os investidores avaliam para onde os mercados seguirão após o fim do shutdown nos EUA.

– Safra abundante pressiona cotações. Os preços do café e do cacau devem cair em 2026 diante da perspectiva de colheitas abundantes que devem gerar grandes excedentes globais, segundo projeção do Rabobank. O arábica deve se estabilizar entre US$ 2,50 e US$ 3,50 por libra, enquanto a amêndoa deve seguir em queda.

– IPO em fundição de alumínio. A Glencore planeja atuar ao lado da Hillhouse e da China Hongqiao como investidora âncora no IPO da chinesa Chuangxin Industries, de fundição em alumínio, em Hong Kong. A empresa planeja captar US$ 700 milhões em meio à alta dos preços e à forte lucratividade do setor.

– Burberry em recuperação. As vendas da empresa cresceram 2% no segundo trimestre, acima das expectativas. Analistas veem a estratégia do CEO Joshua Schulman de cortar custos como robusta, embora a recuperação total ainda dependa da retomada do apetite do consumidor chinês por luxo.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Ações globais 13/11/25
🔘 As bolsas ontem (12/11): Dow Jones Industrials (+0,68%), S&P 500 (+0,06%), Nasdaq Composite (-0,26%), Stoxx 600 (+0,71%), Ibovespa (-0,07%)

LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

Península, da família Diniz, deixa o Carrefour global após dez anos de parceria

BB projeta lucro menor e custo de crédito mais alto em 2025 sob pressão do agro

Brasol, apoiada pela BlackRock, mira R$ 20 bi em aquisições em energia solar no Brasil

E mais na versão e-mail do Breakfast:

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• Opinião Bloomberg: Ao atribuir seu sucesso extraordinário à sorte, Buffett passa uma mensagem subliminar

• Para não ficar de fora: iFood investirá até R$ 300 milhões em frota que pode chegar a 45 mil bikes elétricas

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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