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Ticketmaster e Live Nation são processadas por prática ilegal na revenda de ingressos

A Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC) e sete estados norte-americanos processaram a Live Nation (L1YV34) e sua subsidiária Ticketmaster por não coibirem o uso de robôs para compra de ingressos e operações de revenda em larga escala.

A agência de proteção ao consumidor afirmou que a maior plataforma de venda de ingressos do país não aplicou seus próprios limites de compra, o que permitiu que revendedores adquirissem grandes quantidades de ingressos para eventos populares, segundo processo judicial apresentado na quinta-feira (18) em um tribunal federal da Califórnia. A agência disse que a Ticketmaster sistematicamente ignorou os corretores de ingressos que burlavam esses limites, já que a empresa lucra com as revendas.

“A empresa rotineiramente escolhe fechar os olhos para a violação dos limites de ingressos pelos corretores”, afirmou a FTC na denúncia. A conduta ilegal da Ticketmaster e sua coordenação tácita com os corretores prejudicam os fãs, que pagam muito mais do que o preço anunciado tanto na bilheteria quanto na revenda, sendo forçados a pagar preços inflacionados por ingressos de alta demanda.

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As ações da Live Nation caíram até 3,5%, a maior queda intradiária desde 29 de maio, e estavam em baixa de 1,3% às 11h39 em Nova York.

A Live Nation não comentou imediatamente.

A FTC alegou que a Ticketmaster pode “triplicar” as taxas, pois ganha dinheiro na venda inicial e também tanto do comprador quanto do vendedor nas revendas. Na primeira venda, as taxas variam entre 24% e 44%, fazendo com que os consumidores paguem US$ 16 bilhões, grande parte retida pela empresa.

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No total, a Ticketmaster arrecadou US$ 11 bilhões em taxas sobre ingressos primários e revendidos entre 2019 e 2024, segundo a FTC.

A agência afirmou que as ações da Ticketmaster violaram tanto a Lei da FTC, que proíbe condutas enganosas, quanto a Lei de Melhores Vendas Online de Ingressos (BOTS Act), aprovada em 2016 para impedir a revenda em larga escala por meio da proibição do uso de bots, ou métodos automatizados para burlar os limites de compra por pessoa.

A FTC intensificou sua fiscalização das vendas de ingressos durante a administração Trump, após a Casa Branca emitir uma ordem executiva em março determinando que a agência priorizasse a aplicação da BOTS Act. A ordem exige um relatório sobre o cumprimento da lei até o final de setembro.

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No mês passado, a agência processou um corretor de ingressos de Maryland por violar a BOTS Act na compra de ingressos para a turnê Eras de Taylor Swift. A empresa negou irregularidades, alegando que a FTC adotou uma interpretação excessivamente ampla da lei.

© 2025 Bloomberg L.P.

Fonte: Info Money

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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