Em 9 de julho, a equipe anunciou que Horner havia sido “libertado de seus deveres operacionais”.
Ele foi demitido após um controverso 18 meses que começou quando uma funcionária o acusou de assédio sexual, uma alegação que foi divulgada em fevereiro de 2024.
Horner foi liberado duas vezes das reivindicações, primeiro após uma investigação interna conduzida por um advogado, depois por outro advogado que descartou o apelo do queixoso.
Em um comunicado na segunda -feira, Oliver Mintzlaff, o diretor executivo da Red Bull em projetos e investimentos corporativos, agradeceu a Horner por seu “trabalho excepcional”.
Ele acrescentou: “Com seu incansável compromisso, experiência, experiência e pensamento inovador, ele foi fundamental para estabelecer a Red Bull Racing como uma das equipes mais bem -sucedidas e atraentes da Fórmula 1.”
Horner disse na mesma declaração que a líder da Red Bull foi “uma honra e um privilégio”.
Mais a seguir.
Fonte: BBC – Esporte Internacional




