EUA apreendem outro petroleiro ligado à Venezuela

Os Estados Unidos apreenderam mais um petroleiro ligado à Venezuela, disseram autoridades americanas à Reuters nesta quinta-feira, antes de uma reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e a líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado.

A apreensão representa a sexta embarcação alvo de fiscalização nas últimas semanas, que transportava ou já havia transportado petróleo venezuelano . As autoridades, falando sob condição de anonimato, disseram que a apreensão ocorreu no Caribe.

O Comando Sul das Forças Armadas dos EUA confirmou a operação realizada antes do amanhecer, afirmando que as forças americanas apreenderam o navio-tanque Veronica “sem incidentes”. Segundo o comando, o Veronica estava “operando em desafio à quarentena estabelecida pelo presidente Trump para embarcações sancionadas no Caribe”.

“O único petróleo que sairá da Venezuela será aquele que for coordenado de forma adequada e legal”, afirmou o Comando Sul em comunicado.

As apreensões começaram como parte da campanha de Trump para forçar a saída do presidente venezuelano Nicolás Maduro do poder, que culminou com a invasão do país pelas forças americanas para prendê-lo, juntamente com sua esposa, em 3 de janeiro.

Desde então, Trump afirmou que os Estados Unidos planejam controlar os recursos petrolíferos da Venezuela indefinidamente, buscando reconstruir a indústria petrolífera degradada do país.

Os navios interceptados até o momento estavam sujeitos a sanções dos EUA ou faziam parte de uma “frota paralela” de embarcações não regulamentadas que disfarçam sua origem para transportar petróleo de grandes produtores sancionados, como Irã, Rússia ou Venezuela.

Na semana passada, os EUA apreenderam um petroleiro de bandeira russa que estava sendo seguido por um submarino russo, após persegui-lo por mais de duas semanas através do Atlântico.

A medida foi condenada por Moscou.

A apreensão mais recente ocorreu antes do encontro de quinta-feira (15) entre Trump e María Corina Machado, o primeiro encontro presencial entre os dois desde que os EUA depuseram Maduro, seu antigo adversário.

Trump já a chamou de “lutadora pela liberdade”, mas descartou a ideia de nomeá-la para liderar a Venezuela após a deposição de Maduro, alegando que ela não tinha apoio interno suficiente.

Uma avaliação confidencial da CIA apresentada a Trump concluiu que os figuras leais a Maduro, incluindo Rodríguez, estavam em melhor posição para manter a estabilidade.



Fonte: CNN Brasil

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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