“O surgimento da IA pode ajudar as organizações a dar um grande passo em direção à hiperpersonalização dos dispositivos dos usuários finais exatamente para o trabalho que realizam – desde a otimização do software instalado até a garantia de que os níveis corretos de conectividade, controle de acesso e privilégios de acesso a dados sejam habilitados quando os usuários desembalam seus PCs ou laptops”, diz Hochmuth.
Embora patches, implantação e alertas automatizados já existam há algum tempo, “agora estamos vendo os fornecedores apostarem mais fortemente na IA”, diz Jeremy Robertsdiretor sênior de pesquisa e conteúdo do Info-Tech Research Group. “Acho que há uma sobreposição significativa com AIOps (IA para operações de TI) para facilitar a automação em toda a pilha, e essas ferramentas exigem informações do tipo coletadas pelas ferramentas UEM tradicionais.”
A análise preditiva é o maior caso de uso de IA na UEM, diz Roberts, para responder a questões como “quando é provável que um dispositivo morra, (ou) o que provavelmente está causando uma experiência ruim?” Os gerentes estão focados na produtividade, “e remediar preventivamente os problemas antes que eles causem problemas de produtividade é definitivamente uma área para a UEM brilhar”, diz ele.
Fonte: Computer World




