(Imagem: Montagem Seu Dinheiro)
A União Pet (AUAU3), fruto da fusão Petz-Cobasi, realiza nesta sexta-feira (23) o pagamento da parcela em dinheiro aos acionistas da Petz que detinham ações na data do fechamento da operação, de acordo com fato relevante desta quinta (22).
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O valor será de aproximadamente R$ 0,71 por ação, totalizando cerca de R$ 320,8 milhões, conforme previsto no cronograma divulgado em 2 de janeiro.
Terão direito ao recebimento os acionistas registrados ao final do pregão de 2 de janeiro de 2026, com crédito feito por meio das corretoras de valores.
Em razão da reorganização societária envolvendo a incorporação das ações da Petz, a B3 definiu como preço de abertura das ações AUAU3 em 5 de janeiro de 2026 o valor correspondente ao preço de fechamento da PETZ3 em 2 de janeiro, descontado em R$ 0,71, referente à parcela em dinheiro.
Segundo a companhia, essa metodologia teve como objetivo preservar o valor financeiro total dos investidores. Assim, a diferença entre os preços refletiu apenas a dedução da parcela em dinheiro, e as ações AUAU3 passaram a ser negociadas normalmente ao longo do pregão de 5 de janeiro.
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Na data do pagamento, o valor será creditado de acordo com o número de ações de cada acionista, usando os dados bancários informados ao Itaú Corretora, escriturador da companhia.
Para quem tiver cadastro incompleto, o crédito ocorrerá somente após a atualização. Já os acionistas com papéis em custódia receberão conforme os procedimentos de suas instituições.
Mais cedo, conselheiros do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) seguiram o relator da fusão Petz-Cobasi, José Levi Mello do Amaral Jr., e negaram os embargos de declaração apresentados pela Petlove no ato de concentração. A homologação foi publicada na edição desta quinta-feira, 22, do Diário Oficial da União.
A fusão entre Petz e Cobasi foi aprovada pelo Cade em 10 de dezembro, condicionada à assinatura de um Acordo em Controle de Concentração (ACC) que prevê a venda de um conjunto de lojas em São Paulo. Também foram acordados entre os advogados das empresas e os conselheiros do órgão outros “remédios comportamentais”.
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