Grupo argentino Emes compra US$ 400 milhões da dívida da InterCement

O grupo argentino Emes adquiriu uma fatia da dívida da InterCement, segundo informou o jornal local Clarín, citando fontes próximas ao assunto.

A operação custou cerca de US$ 400 milhões, e a InterCement deve anunciar oficialmente o negócio em assembleia de acionistas marcada para 6 de outubro, de acordo com a publicação.

A companhia entrou com pedido de recuperação judicial em dezembro e há meses tenta aprovar, junto aos credores, um plano de reestruturação de sua dívida.

Para isso, a empresa convocou uma assembleia-geral de credores para os dias 30 de setembro e 6 de outubro, quando será votado o plano de reestruturação. A reunião foi possível após os credores aceitarem, no início do mês, uma extensão do período de suspensão das cobranças.

A disputa entre os credores e a cimenteira surgiu desde que a empresa deixou de pagar US$ 750 milhões em títulos no ano passado. A companhia entrou com pedido de recuperação judicial em dezembro. Esses títulos são negociados em torno de 50 centavos de dólar.

Em 9 de setembro, o grupo encerrou a assembleia de credores sem votar o plano de recuperação judicial. A companhia conseguiu a aprovação de uma extensão do período de suspensão de ações e execuções até o 9 de outubro, mas aposta as fichas na aprovação do plano nas assembleias de 30 de setembro e 6 de outubro.

O plano da InterCement envolve consolidar uma dívida de cerca de R$ 15 bilhões. Desse total, R$ 3,2 bilhões são referentes à holding Mover (ex- Grupo Camargo Correa).

A holding, que também está em recuperação judicial, deve os R$ 3,2 bilhões ao Banco Bradesco. Ações de sua empresa de infraestrutura de mobilidade, a Motiva, ex-CCR, servem como garantia do empréstimo.

Em 25 de julho, a IntreCement e a Mover fecharam um acordo preliminar com credores que inclui a a venda do bloco de ações na concessionária de infraestrutura Motiva (antiga CCR), de 14,86%, para quitar sua dívida com o Bradesco BBI.

A InterCement tem operações na Argentina, por meio da Loma Negra, com 23 fábricas de cimento, 14 centrais de concreto e duas de agregados, totalizando capacidade instalada de cerca de 28 milhões de toneladas de cimento por ano. No Brasil, são 15 unidades produtivas em nove Estados e 3.400 funcionários.

Fonte: Invest News

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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