A atriz reflete que o atual destaque internacional do Brasil não é exatamente uma novidade, mas sim um reconhecimento tardio. “O Brasil sempre foi pop. A gente sempre soube da nossa potência. Acho que o mundo está descobrindo agora, ou tendo mais acesso. E quanto mais conhece, mais se apaixona”.
Ela evita dividir sua trajetória entre mercado nacional e internacional e prefere enxergar o caminho como contínuo. “Eu não fragmento minha carreira. É uma jornada só. Vou trabalhar onde abrirem portas, onde eu me sentir desafiada.”
Do Oscar ao palco do Globo de Ouro
A experiência no Oscar, segundo ela, foi marcada por emoção e senso coletivo de celebração. “É uma atmosfera muito bonita. Não estão só atores e diretores, estão as equipes. É um sentimento de orgulho, de dever cumprido, de celebração da arte. É inspirador”.
Agora, ela assume o papel de apresentadora no evento Golden Globes Tribute Gala Brazil, algo que define como simbólico. “Só de participar já seria uma honra. Poder apresentar, então, me deixa muito emocionada. É um momento de glória da nossa cultura”.
No palco, ela divide a apresentação com Lázaro Ramos, com quem contracenou no filme “Velhos Bandidos”. “Eu admiro o Lázaro desde muito nova. Ele e a Taís sempre foram referências para mim. Trabalhar com ele e agora dividir esse momento é muito especial”.
Fonte: UOL




