Luxo europeu vê luz no fim do túnel com recuperação na China

PARIS (Reuters) – As empresas de luxo da Europa, desde a LVMH até a Hermes e a L’Oréal, estão apontando timidamente para sinais de uma recuperação na China, mas também se mostram cautelosas em anunciar uma recuperação em um de seus maiores mercados após dois anos de recessão.

O setor de luxo, avaliado em US$400 bilhões, foi duramente atingido pela desaceleração na China, que responde por cerca de um terço das vendas globais de luxo.

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Agora, há sinais de que o pior pode ter passado, embora os problemas da China continuem, com o crescimento econômico provavelmente tendo desacelerado para o nível mais baixo em um ano no terceiro trimestre, devido à prolongada desaceleração do mercado imobiliário e às tensões comerciais que afetaram a demanda.

O desempenho de vendas positivo da LVMH na semana passada impulsionou uma alta de US$80 bilhões nas ações de luxo, devido ao otimismo em relação à recuperação da China, mas as empresas de luxo que divulgaram seus resultados esta semana apresentaram um cenário misto.

“Sempre sou muito cuidadoso com relação à China, porque um trimestre não cria uma tendência. Mas, de modo geral, o mercado entrou em território positivo”, disse o presidente-executivo da L’Oréal, Nicolas Hieronimus, depois que a empresa divulgou seu primeiro crescimento na China em dois anos, embora não tenha cumprido as previsões de vendas, fazendo com que suas ações caíssem cerca de 6% nesta quarta-feira.

Já o grupo francês de artigos de luxo Hermes sinalizou uma “ligeira melhora” na China, mas suas vendas do terceiro trimestre ficaram abaixo das expectativas, fazendo com que as ações caíssem 4%.

Eric du Halgouet, vice-presidente executivo de finanças, disse aos analistas que o importante feriado da Golden Week de outubro na China continental registrou “atividade mais dinâmica”.

A LVMH tem sido a empresa mais otimista até o momento com relação à China. As ações do grupo de luxo tiveram seu melhor dia em mais de duas décadas na semana passada, após sinais de melhoria da demanda na China continental, onde as vendas se tornaram positivas pela primeira vez este ano.

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As ações da Hermes, a Kering , proprietária da Gucci, a Richemont , a Burberry e a Moncler estão se valorizando com os investidores apostando que a retração de dois anos do setor esteja chegando ao fim.

(Reportagem de Mimosa Spencer, Tassilo Hummel e Dominique Patton)

Fonte: Info Money

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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