Lula diz que quer avanços no comércio entre Mercosul e Indonésia

Ao criticar medidas comerciais unilaterais e restritivas, o presidente Lula disse nesta quinta-feira (23) que quer avançar nas negociações de parcerias comerciais entre o Mercosul e a Indonésia:

“Como a Indonésia, o Brasil se opõe a medidas unilaterais e coercitivas que distorcem o comércio e limitam a integração econômica. É o setor privado com parcerias e projetos conjuntos que transformará nossa afinidade diplomática em prosperidade compartilhada para as nossas sociedades. Durante nossa atual presidência, até o final do ano, vamos avançar nas tratativas para um acordo de comércio preferencial, Mercosul-Indonésia”, falou.

A declaração foi dada em Jacarta, capital do país, no encerramento do evento empresarial Brasil-Indonésia, que faz parte da visita oficial do presidente brasileiro ao sudeste asiático. Sem mencionar os Estados Unidos, Lula fez uma referência ao tarifaço do país norte-americano aos produtos brasileiros, cobrado desde agosto.

O comentário foi às vésperas de um possível encontro do presidente brasileiro com dos Estados Unidos, Donald Trump, que também vai à região. Também ao se reunir com empresários, Lula citou que os 11 países da Asean (Associação das Nações do Sudeste Asiático) somam mais de 680 milhões de habitantes, por isso avaliou como acertada a decisão de ampliar a integração dessas economias com o Brasil.

COP30

Lula ainda citou a importância da preservação ambiental e da manutenção das florestas em pé pelo planeta, sobretudo as tropicais, como é o caso de países como o Brasil e a Indonésia. Para isso, destacou o TFF, Fundo Florestas Tropicais para Sempre, que vai ser lançado na COP30, em Belém.

“O apoio da Indonésia tem sido fundamental para o seu lançamento em Belém. Esse fundo é um fundo de investimento em que o Brasil, ao anunciar, depositou US$ 1 bilhão. Uma parte do lucro será transformado no financiamento para os países que mantém sua floresta em pé. No caso, nós temos oito países da América do Sul, nós temos a Indonésia e nós temos o Congo, e tem outros países menores. Se esse fundo funcionar, ninguém vai mais ficar pedindo dinheiro como se estivesse pedindo esmola, para evitar que o planeta tenha um aquecimento acima de 1 grau e meio”, apontou.

Diante de empresários indonésios e brasileiros, o presidente Lula mencionou que o Brasil oferece a qualquer investidor elementos importantes como estabilidade fiscal, jurídica, política, econômica, social, além de previsibilidade. O encontro com empresários foi o último compromisso oficial de Lula na Indonésia nesta quinta, já que o fuso de lá é de 10 horas a mais que o horário de Brasília. 


Fonte: Agência Brasil

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Ismael Martins de Souza Costa Xavier

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